quinta-feira, 28 de março de 2019

8° ANO - RESUMO CAPITULO 2


PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA AMÉRICA

Apresentando pouco  mais  de  um  bilhão  de  habitantes  ao  todo,  o  continente  americano é o que apresenta maior extensão latitudinal.

Esse fator geográfico tem consequências demográficas no continente.

Na  América as  áreas  no  extremo  sul  são  pouco  povoadas,  mas  ocupam  uma  porção  relativamente  pequena do continente, enquanto no extremo norte há vastas áreas cobertas  por  gelo  e, pouca população devido ao clima muito frio. 

O México, das áreas da porção setentrional(norte)  do  continente  apresenta  uma  baixa  densidade  demográfica geral, por volta de 19 habitantes por quilômetro quadrado.

A Região Norte da América é formada pelo México, além dos Estados Unidos e do Canadá, as ilhas de São Pedro e Miquelão, que pertencem à França, Bermuda, que pertence ao Reino Unido, e Groenlândia,que faz parte da Dinamarca.

América Latina, por outro lado, apresenta densidade demográfica de 32 habitantes por quilômetro quadrado, o que tampouco é um valor elevado, e também pode ser explicado, em grande medida, pela presença de áreas de difícil ocupação humana.

A região da Patagônia, no extremo sul do continente, também a Cordilheira dos Andes, por conta da elevada altitude, e a Floresta Amazônica, em razão da densa vegetação e elevada  umidade, dificulta  a  ocupação  humana  e  exploração  econômica,

 A  população  está  mais  fortemente  concentrada  nas  áreas  próximo  à  faixa  litorânea ao longo do continente.

As grandes cidades, denominadas metrópoles, representam os mais elevados níveis de densidade demográfica.

As metrópoles por se apresentarem como locais com oferta de empregos e possibilidades de estudos ou empreendimentos, as grandes cidades concentram oportunidades para grande parte da população.

As aglomerações de pessoas sem a infraestrutura urbana apropriada(favelas) muitas vezes têm intensificado problemas sociais, como moradias precárias, concentração de pobreza, altos índices de criminalidade e violência.

Uma maneira de medir se os países são mais ou menos pacíficos é consultar o Índice de Paz Global, calculado pelo Instituto para Economia e Paz (IEP – Institute for Economics and Peace).

Com base em dezenas de indicadores, esse índice compara mais de 160 países em três áreas principais: segurança e proteção; militarização; e participação em conflitos internos e externos.

América do Norte (exceto México)

População (2017): 361 milhões.

Densidade populacional:  19 hab./km².

Crescimento anual: 0,7%.

Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 1,9

Expectativa de vida ao nascer: 79 anos.

Área mais desenvolvida economicamente, apresenta índices sociais melhores que os do restante do continente.

Apesar disso, os Estados Unidos, principal polo político e econômico da região e do mundo, exibe índices de violência relativamente elevados.

Especialmente se comparados aos índices do Canadá, o nível de desigualdade também tem se mostrado de difícil melhoria.

América Central + México

População (2017): 177 milhões.

Densidade populacional:  72 hab./km².

Crescimento anual:1,5%. Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 2,4.
Expectativa de vida ao nascer: 76 anos.

Região com densidade demográfica relativamente alta e territórios pequenos, exceto o México.

Embora esse país seja o principal polo político e econômico da região, constituída por um istmo, ou seja, uma passagem estreita conectando duas grandes áreas.

Os países da América Central têm suas economias fortemente dependentes dos Estados Unidos

América do Sul

População (2017): 424 milhões.

Densidade populacional:  24 hab./km².

Crescimento anual: 1,0%. Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 2,0.

Expectativa de vida ao nascer: 75 anos.

Porção do continente marcada pela presença de grandes áreas naturais, como a Cordilheira dos Andes, a 

Floresta Amazônica e a Patagônia, o que explica, em grande medida, a baixa densidade demográfica.
Os principais polos políticos e econômicos são o Brasil e, em menor medida, a Argentina

Caribe

População (2017): 43 milhões.

Densidade populacional:  194 hab./km².

Crescimento anual: 0,7%. Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 2,3.

Expectativa de vida ao nascer: 72 anos.

Países insulares, ou seja, compostos por ilhas, onde há alta densidade populacional.

Presença considerável de afrodescendentes na população, forte dependência econômica das atividades turísticas.
  

ESTRUTURAS ETÁRIAS DAS POPULAÇÕES AMERICANAS


Por ter variações econômicas, socioculturais e ambientais as populações americanas apresentam diferentes 
perfis em suas pirâmides etárias.

Nos países de economia mais desenvolvida, com nível muito alto de IDH,a população se organiza .
As famílias menores, em que a quantidade de filhos é pequena, geralmente um ou dois,

O casamento ocorre em idades mais avançadas.

As mulheres ativas no mercado de trabalho, priorizam  às suas carreiras profissionais antes da maternidade.

Os países mais desenvolvidos apresentam populações mais velhas;

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA ÁFRICA


Com cerca de 1 bilhão e 256 milhões de pessoas,  o  continente  africano  tem  sua  população  distribuída  de  maneira  bastante  desigual,  conforme você pôde verificar no mapa da página 6.

Atualmente tem densidade populacional de   42 habitantes  por  quilômetro  quadrado. 

Seu   crescimento populacional   é  de  2,6%  ao  ano,  o  maior  entre  os  continentes  da  Terra;

O  crescimento  demográfico  do  continente  tende  a  ser  menor  nos próximos anos, 

A população absoluta é, a somatória total dos  indivíduos  do  continente,  deve  continuar  aumentando  nas  próximas  décadas,  conforme  População

Essa  tendência  não  deve  ser  interpretada  como  algo  necessariamente  ruim  ou  bom,  pois  trata-se  de  uma  realidade  com  muitos  aspectos. 

Por  um  lado,  o  fato  de  o  continente  manter-se  relativamente jovem, se comparado aos demais, pode impulsionar o potencial produtivo das economias, por exemplo.


Na última década, o continente tem superado a média mundial nesse quesito, o que desperta boas esperanças de melhorias no futuro.

O crescimento da economia africana deve ser aliada com transformações tecnológicas, políticas e administrativas.

A migração do campo para a cidade tem gerado processos de urbanização muitas vezes descontrolados, que estão no centro dessa demanda por melhor planejamento e prestação de serviços por parte dos Estados.

No continente africano, como não poderia deixar de ser, a população é muito diversificada entre si,

Observando o mapa da página 21, a África pode ser dividida em:

Norte da África e África Subsaariana, que fica ao sul do imenso deserto do  Saara,  marco  entre  as  duas  grandes  regiões  do  continente. 

Norte da África

População (2017):  233 milhões.

Densidade populacional:  30 hab./km².

Crescimento anual: 1,9%.

Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 3,3.

Expectativa de vida ao nascer: 71 anos.

Chamada também de “África Branca”, em razão de a presença negra ser relativamente menor que no restante do continente, essa região apresenta o árabe como língua predominante e o islamismo como religião principal.

Egito se destaca como polo político-econômico regional

África Ocidental

População (2017): 371 milhões.

Densidade populacional:  61 hab./km².

Crescimento anual: 2,7%.

Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 5,5.

Expectativa de vida ao nascer: 55 anos.

Região de transição entre o Deserto do Saara e as florestas equatoriais do continente;

Rica em recursos minerais e apresenta solos férteis,

Constantes conflitos atrapalham seu desenvolvimento.

Nigéria se destaca como polo político-econômico regional.

África Central

População (2017): 163 milhões.

Densidade populacional:  25 hab./km².

Crescimento anual: 3,1%.

Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 5,9.

Expectativa de vida ao nascer: 57 anos.

Região naturalmente quente, úmida e em boa parte florestada.

Historicamente prejudicada pelos conflitos do século XX.

Não apresenta polos significativos, sendo Gabão o país cuja população exibe os melhores índices sociais.

África Meridional – Sul da África

População (2017): 65 milhões.

Densidade populacional:  25 hab./km².

Crescimento anual: 1,4%.

Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 2,6.

Expectativa de vida ao nascer: 59 anos.

Região de marcante influência colonial inglesa e portuguesa.

É considerada a mais próspera do continente.

África do Sul é o polo político-econômico regional.

África Oriental

População (2017): 422 milhões.

Densidade populacional:  63 hab./km².

Crescimento anual: 2,8%.

Fecundidade (média de nascimentos para cada mulher entre 15 e 49 anos): 4,9.

Expectativa de vida ao nascer: 61 anos.

Região que abarca desde a borda sul do Deserto do Saara até as savanas tropicais.

É extremamente heterogênea em termos étnicos e linguísticos.

Palco de muitos conflitos, não apresenta polos significativos.

Quênia e Zâmbia exibem populações com melhores índices sociais


segunda-feira, 25 de março de 2019

9º ANO DEMOGRAFIA



DEMOGRAFIA

O continente europeu abrange uma área de mais de 10 milhões de km².

Geologicamente é uma península asiática, sua história e seu desenvolvimento socioeconômico o colocam em destaque no espaço geográfico mundial;

A condição atual da população europeia, no que se refere tanto aos laços culturais quanto às condições sociais e econômicas, é fruto de um longo processo histórico, mas também de eventos que ocorreram recentemente.

A configuração da população europeia, suas características sociais e econômicas.

O continente europeu apresenta a segunda maior densidade demográfica entre os continentes, com uma média de aproximadamente 75 habitantes por quilômetro quadrado.

A população absoluta ultrapassa 750 milhões de habitantes.

O povoamento do continente apresenta características que podem ser explicadas, em parte, pela influência de diferentes elementos, entre eles aspectos naturais.

Observe o mapa a seguir e compare-o ao mapa político da Europa, na página anterior. Em seguida, responda às questões.

A Europa apresenta grande diversidade de idiomas e culturas em um território relativamente pequeno.

Apesar da grande diversidade de idiomas que existem no continente, podemos destacar a existência de três principais grupos linguísticos, a partir dos quais vários idiomas se ramificaram:

Latim – espanhol, português, francês, italiano e romeno (línguas faladas principalmente nos países do sul e oeste do continente).

Germânico – alemão, holandês (neerlandês), inglês, entre outras, línguas faladas principalmente nos países do centro-norte.

Eslavo – russo, polonês, búlgaro, entre outros (línguas faladas comumente nos países do leste europeu).

É possível perceber que existe uma regionalização feita pela própria manifestação e distribuição dos idiomas, os quais derivam da história de ocupação e formação dos territórios.

Alguns países adotam mais que um idioma oficial, como é o caso da Bélgica, que tem o alemão, o francês e o neerlandês como idiomas oficiais. Mesmo nesses países existem diferenças regionais e dialetos locais.

Na atualidade, grandes cidades se mostram muito mais pluriétnicas se comparadas com as cidades menores e mais rurais do continente, onde, as tradições culturais e linguísticas, se encontram mais preservadas.

Envelhecimento da população do Velho Continente

A população europeia, de modo geral, apresenta bons indicadores sociais e econômicos e consequente excelente qualidade de vida;

A maior parte dos países apresenta IDH muito elevado, com alta taxa de alfabetização, longa expectativa de vida e baixíssimos índices de mortalidade infantil. 

A expectativa de vida atual dos europeus é de cerca de 81 anos (Atlas Estatístico da Eurosat).

Desde a segunda metade do século XX, a expectativa de vida no continente aumentou cerca de 10 anos.

Mesmo com esta qualidade ainda há contraste entre algumas regiões, como o leste europeu, que apresenta uma situação um pouco menos favorável.

No leste Europeu a melhoria dos indicadores sociais fez com que, gradativamente, a expectativa de vida aumentasse. 

Na Europa, de maneira  geral, há uma  redução  das  taxas  de  natalidade,  o  que  resultou  na  redução do crescimento da população do continente.

A combinação desses fatores está diretamente ligada ao envelhecimento da população.
Observe  os  gráficos  da  estrutura  etária  da  Europa,  de  1950,  2000  e  de  estimativa  para  2050.

 



Existe uma perceptível redução da população mais jovem (base da pirâmide), enquanto as camadas superiores (especialmente a partir de 60 anos) têm crescido proporcionalmente muito mais

Embora decorra dos bons padrões de vida alcançados, o envelhecimento da população europeia também tem algumas consequências negativas:

Redução da população absoluta

Queda da população economicamente ativa

- Resulta na falta de mão de obra

- Aumento dos gastos dos governos com previdência social.

- O envelhecimento da população europeia provocou o desenvolvimento de um plano para agricultura devido a media de idade dos agricultores.

A média de idade dos trabalhadores rurais  vem  aumentando  e  o  percentual  de  trabalhadores  jovens  está  diminuindo.

A tendência de aumento da expectativa  de  vida  da  população  europeia  fez  com  que  alguns  países  adotassem  reformas  trabalhistas,  com  medidas  para  aumentar  a  idade  mínima  para  aposentadoria,  como  forma  de  reduzir  os  gastos do governo com o setor previdenciário.


ASPECTOS DEMOGRÁFICOS DA ÁSIA


Ásia é o maior continente do planeta, com mais de 44,6 milhões de km² de extensão.

Tamanha dimensão proporcionou  grande  diversidade  de  paisagens  naturais,  etnias  e  culturas. 

Divisão  natural  ou  geológica  entre  a  Europa  e  a  Ásia  é  relativa;  Ambos  os  continentes são chamados de  Eurásia.
Na Ásia tem cerca de 60% de toda a população mundial (4,4 bilhões de pessoas).

Na  Ásia  estão  os  dois  países  mais  populosos  do  mundo,  China  e  Índia,  que,  juntos,  têm  cerca de 35% da população mundial.

 Apesar disso, a distribuição da população no  território  asiático é irregular apresentando:



- Regiões com elevada densidade  demográfica  quanto  com  baixas  taxas  de  povoamento.
 
Isso  se  explica  pela  história  de ocupação do território e também por fatores naturais, como a presença de montanhas e desertos, por exemplo.

Os obstáculos naturais impõem alguns empecilhos para a ocupação, A  Cordilheira  do  Himalaia,  formação  com  as  mais  elevadas  montanhas  do  mundo,  é  um  bom  exemplo  disso.

Mesmo  diante  dos  desafios  naturais  para  sua  ocupação,  ainda  assim  existem  povos  que,  por  tradição cultural, se adaptam e vivem em meio às grandes montanhas.

Além das montanhas, as regiões áridas ou mesmo a Sibéria, na Rússia, são exemplos desses desafios para a permanência humana.

Tais adaptações são um dos fatos que moldam e criam diferentes hábitos e culturas. Assim, as diferenças entre povos surgem também da maneira como se apropriam dos espaços geográficos.

Algumas culturas asiáticas são diferentes em relação aos hábitos ocidentais, seja na forma como ocupam os espaços, seja por seus costumes e tradições.


POPULAÇÃO CHINESA


Em 2017, a população chinesa era de 1,409 bilhão de habitantes.

No entanto, seus habitantes não se encontram homogeneamente distribuídos.

 A  maior  parte  se  concentra  na  costa  leste,  principalmente  nas  proximidades  de  dois  importantes  rios  chineses,  o  Rio  Amarelo e o Rio Azul. 

A China é dividida em 22 províncias, algo semelhante às unidades da federação brasileiras.

A província de Guangdong é a mais populosa do país, com mais de 100 milhões de habitantes.

As principais e maiores cida-des do país são Xangai, com mais de 23 milhões de habitantes e Pequim com população superior a 20 milhões de habitantes.

O governo chinês reconhece a existência de mais de 50 grupos étnicos no país, os quais correspondem a cerca de 7% da população.

A grande maioria da população chinesa pertence à etnia Han, com 92% da população.

A segunda etnia chinesa mais numerosa é a Zhuang, com aproximadamente 1% da população.

A Políticas de controle da natalidade colaboraram para a redução da taxa de nascimento e, consequentemente,  para  a  redução  na  velocidade  de  crescimento  populacional  chinês.

 A  estrutura  etária  do  país mostra uma queda no número de crianças e também projeta queda na população de jovens, bem como aumento do número de idosos, como é possível perceber nas pirâmides etárias chinesas.

Contudo, alguns analistas afirmam que a política implantada pelo governo chinês tende a trazer mais problemas do que soluções.


POLÍTICA DO FILHO ÚNICO NA CHINA

Oficializada em 1979, a política do filho único na China estabelecia que os casais que tivessem apenas um filho receberiam vantagens governamentais e até mesmo um certificado de honra.

O objetivo do governo era frear o crescimento da população, temendo que um grande contingente populacional afetasse a economia
.
Durante  alguns  anos,  tal  política  acabou  estimulando  a  interrupção  da  gravidez  de  muitas  mulheres,  sob  pena de perda dos benefícios concedidos pelo Estado.

As exceções: os mais de 50 grupos étnicos minoritários na China não eram obrigados a seguir essa norma, assim como as pessoas que viviam nas áreas rurais, principalmente aquelas que tivessem filhas.

Resultou em desequilíbrios populacionais, aumentou a proporção de homens na população do país e também acabou por provocar o envelhecimento da população nas regiões que tiveram pequenas taxas de nascimentos.

Diante  das  mudanças  na  configuração  populacional, do  envelhecimento da população e do crescimento econômico que a China vivenciou, o governo optou por flexibilizar a norma.

Em 2015, a política do filho único foi extinta no país.

POPULAÇÃO INDIANA

A população indiana apresenta grande pluralidade cultural. Parte dessa riqueza deve-se, entre outros fatos, à diversidade de crenças e à religiosidade do povo indiano.

 Religiões como o hinduísmo, o budismo, o jainismo, o sikhismo são originárias da Índia. Cerca de 80% dos indianos seguem o hinduísmo.

A Índia tem a segunda maior população do mundo.

Em 2017, o país apresentava 1,339 bilhão de habitantes, sendo superado apenas pela China.

Nas últimas décadas a taxa de crescimento populacional indiana é superior à taxa de crescimento da população chinesa,  em alguns anos, a população da Índia superará a população da China.

Algumas regiões já apresentam baixa taxa de fecundidade (número de filhos por mulher em idade fértil), como mostra o mapa a seguir

A pirâmide etária da ÍNDIA apresenta  base larga , que mostra alta taxa de natalidade e, consequentemente, uma elevada população de crianças.

A  densidade  demográfica  indiana  é  elevada. 

As  áreas  de  maior  adensamento  populacional  na  Índia  estão  localizadas  ao  longo  do  Rio  Ganges,  que atravessa o norte e nordeste do país.


POVOS OCEÂNICOS

Os habitantes da Oceania são  denominados  oceânicos  e,  como  o  próprio  gentílico  indica,  são  povos  com  forte  ligação  com  o  mar,  devido as muitas ilhas.

 A Oceania é conhecida como Novíssimo Continente, pois a colonização pelos europeus é recente, conforme  vamos  estudar  mais  adiante. 

Assim  como  em  outros  locais,  antes  da  colonização,  as  ilhas  do  continente – e também a Austrália – já eram habitadas há muitos anos por povos nativos.

O  continente  é  o  menos  povoado  e  populoso  de  todos.

Sua  população  total  é  de  aproximadamente  40  milhões  de  habitantes,  

Os  países  mais  populosos  são:

Austrália (24,4 milhões),

Papua Nova Guiné (8,2 milhões)

Nova Zelândia (4,7 milhões).

Mesmo com a maior população absoluta, a Austrália tem uma população relativa baixa, cerca de 3 hab./km².

Nauru, pequeno país insular, tem cerca de 568 hab./km², a maior do continente, seguido por outro pequeno país insular chamado Tuvalu, com 373 hab./km².

ASPECTOS DEMOGRÁFICOS DA AUSTRÁLIA E DA NOVA ZELÂNDIA

A população australiana corresponde a mais da metade da população da Oceania.





Tanto a Austrália como a Nova Zelândia estão entre os países que apesentam os melhores indicadores sociais do mundo, o que indica o excelente padrão de vida da população.

 Observe a pirâmide etária desses dois países





Como é possível perceber, a pirâmide etária dos países apresenta aspectos semelhantes, típicos de países com elevado desenvolvimento socioeconômico.

Ambos têm registrado baixo crescimento populacional e elevada expectativa de vida.

A cidade de Sydney é o principal centro urbano australiano e tem mais de 5 milhões de habitantes. Camberra é a capital e, em 2017, apresentava 422 mil habitantes.

Na Austrália, a maior parte da população se localiza nas regiões litorâneas do leste, sul e sudeste, mas também há núcleos populacionais no Sudoeste, na região da cidade de Perth.

O interior australiano, chamado de outback, é muito pouco povoado em razão da existência de um grande deserto.

Lá vivem  poucos  povos  tradicionais  e  nativos  aborígenes  que, em maior ou menor medida, mantêm sua cultura tradicional.

Auckland é o principal centro urbano da Nova Zelândia e tem quase 1,5 milhão de habitantes.

Na Nova Zelândia, mais de 75% da população, incluindo os povos nativos maoris, vive na ilha do
norte 

As principais e maiores cidade (Auckland, Wellington – que é a capital do país e tem 389 mil habitantes – e Hamilton)

Os maoris são outro povo de forte influência na Oceania, principalmente na Nova Zelândia. 

Como ocorre  com muitos grupos nativos ao redor do planeta, os maoris já sofreram muitas perdas populacionais e territoriais e hoje se esforçam para manter suas tradições.

Observe o mapa a seguir, que mostra as perdas territoriais desse povo.

Embora a Nova Zelândia seja um país com grande preservação ambiental, é possível refletir que, com a colonização do país e as perdas territoriais maoris, naturalmente aumentaram as pressões sobre o ambiente físico-natural neozelandês.
O maori, idioma do povo homônimo, é uma das línguas austronésias.

Esse grupo de línguas inclui uma vasta região, que abrange desde o sudeste asiático até grande parte das Ilhas da Oceania, seja da Polinésia, Micronésia, seja da Melanésia.

Assim como os papuas, os maoris eram agricultores, habilidosos e com forte propensão à guerra.
Em muitos casos, assimilaram facilmente povos rivais, como os morioris, que eram basicamente coletores e caçadores.

(livro positivo- Geografia. Vol.1. 9º ano, 2019, pág. 22 - 42)








9 ANO RESUMO PROVA DISCURSIVA